SEJAM BEM VINDOS

Meu Perfil:

 Brasileira,Catarinense. Amo minha Família, Amigos, Animais, Natureza. Adoro fotografar e trabalhar com imagens.Gosto muito de ler.

Minha vida foi dedicada, em grande parte, em busca da espiritualidade, do auto-conhecimento, da paz interna e externa.

Não lido bem com preconceitos, mentiras, hipocrisia, falta de humildade e egoísmo.

Frases preferidas:

"Quando você quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que você realize o seu desejo."(Paulo Coelho)

"Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão. (...) A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova."(Romanos 14)


"Na Primavera, muitas flores. No Outono, a lua brilhante na colheita.No Verão, uma brisa fresca. No Inverno, a companhia da neve.
Se as coisas irrequietas ficam de fora da tua mente, qualquer tempo é bom tempo."(?)

"Não existe verdadeira inteligência sem bondade." (Beethoven)

"Possam todos os seres, em todos os lugares, aos quais estamos inseparavelmente interconectados,estarem realizados, despertos e livres. Que haja paz neste mundo e em todo o Universo, e que possamos, todos juntos, completar a jornada espiritual." (Lama Surya Das)

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HALLOWEEN

Halloween, comemorada a 31 de outubro e conhecida no Brasil como

"Dia das Buxas", é a festa anual mais esperada pelas crianças norte-americanas. Nos últimos anos ela desembarcou também na Europa. Pouca gente sabe, no entanto, que se trata de uma festa céltica cujas origens se perdem no tempo. Dedicada tanto aos homens quanto aos deuses e aos espíritos do além, seu cerimonial primitivo continha ensinamentos pré-cristãos sobre o ciclo da vida e da morte, preocupação bem distante do Halloween "made in USA" dos dias de hoje.

Todo dia 31 de outubro, nas escolas dos USA, as crianças esculpem grandes abóboras deixando-as parecidas com caveiras sorridentes. A noite, põem velas acesas na cavidade. E nesta noite em todos os lugares cintilam sorrisos fantasmagóricos.

Meninos e meninas fantasiados de fantasmas, monstros de todos os tipos e tamanhos, juntam-se em grupos e percorrem as ruas, batendo nas portas e gritando em coro: Gostosura ou travessura.

Diante de tal "terrível" ameaça, poucos se recusam a ofertar alguma coisa.

Enquanto isso, no Brasil e na Europa, a festa adquire outras formas _virou coisa de adultos que se divertem em bailes à fantasia. Tudo muito divertido....mas distante, muito distante, do sentido original des sa festa.

 

Halloween é uma das mais antigas festividades pagãs de que se tem notícias. Ela foi se transformando ao longo dos séculos. Primeiro, na sua fase pré-histórica, na forma de ritos de fertilidade. Depois, transformou-se no festival céltico do Samhain. Deixou-se em seguida influenciar pelos ritos romanos dedicados à deusa Pomona, até chegar à cristianização, no século 11, quando se transformou nos feriados cristãos de Todos os Santos e Dia dos Mortos.

Os celtas, ancestrais da maioria dos povos europeus modernos, ocuparam durante muitos séculos vastas áreas daquele continente, sobretudo a Grã-Bretanha e o norte da França. Eles adoravam a natureza e cultuavam vários deuses, dos quais o principal era o deus do Sol. Era uma divindade que comandava o trabalho e o repouso, tanto da terra quanto dos homens, e que tornava belo o planeta e abundantes as colheitas.

Vivendo no hemisfério norte, os celtas celebravam o ano novo no dia

1º de novembro com o Samhain, um festival que assinalava o final da

"estação solar" e o início da "estação do frio e da escuridão".

No dia 31 de outubro, quando as colheitas estavam concluídas e os

grãos guardados nos celeiros, os druidas - sacerdotes celtas -  das diferentes comunidades se reuniam no alto de colinas onde haviam velhos carvalhos gigantes – a árvore sagrada dos celtas.

Lá, acendiam fogueiras, dançavam ao redor delas a noite toda, e ofereciam sacrifícios de animais e alimentos aos deuses, pedindo a proteção deles para o período frio e escuro que iriam atravessar. No amanhecer os druidas entregavam algumas brasas daquelas fogueiras para cada família. Era o "fogo novo", o germe de um novo lume que seria conservado e alimentado durante todo o outono e o inverno: símbolo da luz e da vida que tinha de ser cuidada e protegida para que resistisse até a próxima estação do calor e da fartura.

Na Irlanda, como em todo o mundo céltico, Samhain não era apenas a festa do final das colheitas, do ano novo e da chegada do inverno. Era também a festa de todos os ausentes e desaparecidos por morte ou por viagens, a esta dos ancestrais e também do renascimento.

Na noite de 31 de outubro, os celtas consideravam anulada a separacão dos homens e o mundo dos espíritos.

Dissolvidas as fronteiras, acreditava-se que os espíritos vagassem livres entre os humanos, da mesma forma que os humanos, por intermédio de ritos que conduziam a transes e estados de êxtase, podiam visitar o mundo dos espíritos. Era a noite mais propícia para as adivinhações, e uma infinidade de técnicas para que as pessoas consultassem o futuro. Era a noite ideal para os pedidos de auxílio a deu ses e a espíritos.

Samhain fazia parte das oito grandes festas anuais dos celtas. A cada uma delas correspondia uma estação do ano, uma divindade principal, rituais e significados. A decadência dessas festas deveu-se à pressão exercida pelo cristianismo. Sabe-se que uma das primeiras iniciativas dos cristão, ao conquistar o poder, foi proibir toda forma de oferendas das festas pagãs, qualificando esses ritos de demoníacos. Depois, na falta de um calendário próprio, esses mesmos cristãos começaram a parasitar as festas pagãs. Deram a elas nomes de santos, antes de as integrar por completo à sua própria mitologia. Durante muitos séculos, por sinal, a maioria das igrejas cristãs foi construída sobre os antigos lugares de culto pagão. Assim, a antiga festa druida do solstício de inverno se tornou o Natal, A festa do solstício de verão se tornou São João. E Halloween, véspera de Todos os Santos, se tornou a festa dos mortos.

                                A DEUSA POMONA ENTRA NA FESTA

 

As origens dessas festas druidas, no entanto, remontam à época dos grandes círculos de pedras, dos menires e dolmens. Há mais de 4 mil anos, na Escócia e na Irlanda, na Inglaterra e na Bretanha, na Espanha e em Portugal, os druidas já celebravam o equivalente à moderna Halloween. No século 18 de nossa Era, ao emigrar para a América do Norte, irlandeses e escoceses levaram para lá os vestígios que ainda cultivavam dessas celebrações.

Na história milenar dessas celebrações, o contato com os romanos

assinala uma fase curiosa. Durante o primeiro século de nossa Era, os romanos invadiram a Bretanha. Trouxeram com eles muitas das festividades e celebrações do dia dedicado à deusa Pomona – divindade das frutas e dos jardins – que, certamente não por simples coincidência, caía no dia 1º de novembro. Como era de seu feitio, os romanos não destruíam nem sequer proibiam os cultos religiosos dos povos que conquistavam. E assim, com a contribuição das homenagens a Pomona, o festival do Samhain se tornou durante séculos um dos maiores eventos do calendário de festas da Antiguidade na Europa.

Mesmo tentando proibir e se apropriar da tradição pagã, a expansão do cristianismo não fez com que os populares esquecessem das suas velhas tradições.

Todo dia 31 de outubro, o povo continuava a celebrar Samhain e Pomona. Com o decorrer do tempo, essas duas festas se fundiram, e esse dia passou a se chamar Halloween.

 

Na América do Norte, no Brasil ou na Europa, a festa de Halloween que celebramos hoje inclui todas essas influências do passado.

Do dia de Pomona estão as abóboras, as maças, as nozes, as castanhas, as coroas de espigas de milho e de trigo penduradas nas portas – símbolo de abundância. Do festival do Samhain permaneceu toda a parafernália mágica, repleta de gatos negros, feitiços e adivinhações, espíritos o bem e do mal, as fogueiras, os fantasmas, es queletos e crânios vazios. Tudo para nos lembrar do eterno ciclo vida-morte-vida ao qual tudo e todos estão submetidos. Pois o tempo passa, os modismos se transformam, mas o inconsciente coletivo dos povos se recusa a esquecer dos valores tradicionais que constituem a própria base da sua alma coletiva.

 



- Postado por: Jane Marie às 11h54
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CONTROLANDO A FALA

Guarde-se contra as transgressões verbais, sempre utilize palavras encorajadoras, admita honestamente seus erros.
Assim é conquistada a voz suprema.

— extraído do Sutra do Bodhisattva sem Posses

 

Uma única palavra pode salvar um país, uma única palavra pode des truir uma nação. As palavras são muito poderosas.  Podem ser utiliza das para causar grave prejuízo ou grande benefício. A mente controla a boca; entretanto, muitas vezes a boca parece ter a capacidade    de falar por conta própria, sem reflexão prévia ou consideração quanto às conseqüências das palavras. Isso acontece porque a linguagem nos é muito íntima, é uma parte tão importante da mente que parece se animar automaticamente, sem o nosso consentimento. Por isso o Buda sempre exortava seus seguidores a cuidar do que diziam. É extremamente fácil dizer a coisa errada.

 

O Sutra Sobre os Quatro Tipos de Auto-Agressão diz:

À luz da verdade, contemple a desordem e a agitação deste mundo.
Observe que toda ela resulta de discussões sobre assuntos insignificantes.
A calamidade emana da boca, gerando mil pecados e uma miríade de transgressões que nos agrilhoam firmemente a este mundo.

Os praticantes sábios são muito cuidadosos com o que dizem e seguem diligentemente as instruções do Buda, que ensina a evitar as quatro transgressões da boca: mentira, duplicidade, palavras ásperas e palavras vãs. Nenhum benefício jamais advirá delas.



- Postado por: Jane Marie às 05h16
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DALAI LAMA



- Postado por: Jane Marie às 02h14
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BELO TEXTO PARA REFLETIRMOS A RESPEITO

Respostas Precisas

Martha Medeiros

  

Quem é você?
Do que você gosta?
Em que acredita?
O que deseja?


Dia e noite somos questionados e as respostas costumam ser inteligentes, espirituosas e decentes.
Tudo para causar a melhor impressão aos nossos inquisidores.

Ora, quem sou eu!

Sou do bem, sou honesto, sou perseverante, sou bem-humorado, sou aberto - não costumamos economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição.

Do que gostamos? De coisas belas.

No que acreditamos? Em dias melhores.
O que desejamos? A Paz Universal.

Enquanto isso, o demônio dentro de nós, revira o estômago e faz cara de nojo.

É muita santidade para um pobre-diabo,ninguém e tão imaculado assim!

A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a verdade é que o que dizemos, não tem tanta importância.

Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos  da nossa vida.
Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.

O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz!
Quantos amigos você manteve?
Em que consiste sua trajetória amorosa?
Como educou seus filhos?
Quanto houve de alegria no seu cotidiano?
Se ficou devendo dinheiro.


Como lidou com tentativas de corrupção?
Em que circunstâncias mentiu?
Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons?
 
Que impressão causou nos outros - não naqueles que o conhece ram por cinco dias, mas com quem conviveu por vinte anos, ou mais?

Quantas pessoas magoou na vida?
Quantas vezes pediu perdão?
Quem vai sentir sua falta?

Pra valer! Vamos lá!

Podemos maquiar algumas respostas ou podemos  silenciar sobre o que não queremos que venha à tona. Inútil.
A soma dos nossos dias assinará este inventário. Fará um levantamento honesto.
Cazuza já nos cutucava: '...suas idéias correspondem aos fatos?'
De novo: o que a gente diz, é apenas o que a gente diz.
Lá no finalzinho da vida que construímos é que se revelará o mais eficiente detector de mentiras.

Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas, abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que pudesse sumir com nossos defeitos.

Mas é na reta final que nosso passado nos calará e responderá por nós.



- Postado por: Jane Marie às 01h58
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